25/03/2015

Aplicativo ProDeaf Móvel

O aplicativo ProDeaf Móvel está disponível gratuitamente para Surdos e Ouvintes.Com esta Ferramenta 
de bolso pode-se traduzir automaticamente pequenas frases de Português para Libras.
Também é possível escrever as frases (ex.: "Eu vou à praia amanhã") e as mesmas terão a sua tradução
 interpretada. 
O aplicativo está disponível para download gratuito em aparelhos com Android (via Google Play), 
IOS (iPhone/iPad/iPod) e Windows Phone 8 (via Windows Phone Store).Também faz parte do 
ProDeaf Móvel o ProDeaf Dicionário de Libras, onde o usuário pode selecionar centenas de palavras
em Português e ver sua representação em Libras, interpretada pelo nosso personagem animado em 
tecnologia 3D.
Para baixar o ProDeaf Móvel, acesse diretamente de seu smartphone ou tablet o link 
http://prodeaf.net/instalar ou procure por ProDeaf na loja de aplicativos de seu aparelho. 




Jaciane Borba

Transporte Eficiente.

O “TRANSPORTE EFICIENTE” é parte integrante do Sistema Regular de Transporte Coletivo Urbano do Município de Joinville, e foi abril de 2000, com a finalidade de atender à necessidade de deslocamento, dentro do Município de Joinville, das pessoas com deficiência física e com mobilidade reduzida.
O referido transporte, tem sido fundamental para que a “Pessoa com Deficiência” exerça sua cidadania, seu direito ao trabalho, à educação, à qualificação profissional, à saúde, etc.
As informações sobre o transporte eficiente foram retiradas da Cartilha “Transporte Eficiente” confeccionada pelo Seinfra tem por objetivo esclarecer os direitos e deveres dos envolvidos no Transporte Eficiente, tentando aprimorar seus serviços. Portanto, é importante entender que para a eficiência do “sistema”, deve haver conhecimento, respeito e responsabilidade na sua aplicação.

Transporte Eficiente: há uma década em Joinville



Jaciane Borba

CEPE- Centro Esportivo para Pessoas Especiais de Joinville.


Em Joinville, desde 2002, o esporte adaptado é contemplado pelo Centro Esportivo para Pessoas Especiais (Cepe), uma Organização Não Governamental (ONG) dedicada à inclusão de pessoas com deficiência no esporte profissional.
O projeto foi criado pelas professoras de Educação Física, Sônia Ribeiro e Ana Teixeira, com a proposta de suprir a carência de espaços voltados ao atendimento no esporte para pessoas com algum tipo de deficiência, e hoje é uma das principais iniciativas da área na cidade. A coordenadora e fundadora do Cepe, Ana Maria Teixeira, explica que o principal objetivo do projeto além de desenvolver o esporte para as pessoas com deficiência, é fazer com que a modalidade esportiva se torne uma prática constante na vida dessas pessoas e garanta a oportunidade do atleta de alcançar o seu potencial. “Nossa intenção é promover o esporte paralímpico em Joinville e, ao mesmo tempo proporcionar à população especial da cidade a chance de se preparar profissionalmente no esporte adaptado”.
Atualmente, o centro conta com cerca de 70 atletas especiais, divididos entre cinco modalidades esportivas: atletismo, basquete, futebol de sete, bocha paralímpica e natação. Ana conta também que o projeto contempla crianças desde os cinco anos de idade. “Por meio da nossa escolinha, o Cepinho, começamos a preparação delas para seguirem no esporte profissional. Quando a criança completa 12 anos, ela escolhe a modalidade com que mais se identifica e a partir daí já começa a ser preparada para as competições de verdade”, explica.O Cepe já conquistou diversos títulos profissionais, entre eles, o vice-campeonato brasileiro de Basquete da 2ª divisão e também foi a única equipe de Santa Catarina a subir no pódio nas dez edições dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc). “Também destacamos a participação de uma atleta da equipe de basquete nas duas últimas edições das Paraolimpíadas de Londres e Pequim”, afirma Ana.





Informações retiradas do site:http://www.cepe.esp.br/
Jaciane Borba

24/03/2015

Não encontrei a autoria da foto, ela estava sendo compartilhada no facebook nessa semana, mas se todos nós começássemos a protestar assim quem sabe mais pessoas respeitariam as adaptações de acessibilidade nas cidades? #ficadica


19/03/2015

Teste do BUS Alert.

Acessibilidade complicada28/05/2014 | 07h09

Em caminhada para testar acessibilidade em Joinville, cadeirante cai ao descer calçada

O Bus Alert, aplicativo que informa por áudio distância e horário dos ônibus também foi apresentado na Caminhada da Acessibilidade. Atividade reuniu pessoas com deficiência e autoridades para usar a ferramenta


  • aplicativo Bus Alert, que informa por áudio a distância e os horários dos transporte coletivo, será testado em três ônibus da linha Norte/Sul de Joinville. A ferramenta foi apresentada na 4ª Caminhada Cívica da Acessibilidade na manhã de nesta terça-feira, na rua Santa Catarina, no bairro Floresta.

    O objetivo foi chamar a atenção das autoridades sobre as dificuldades que as pessoas com deficiência enfrentam por causa das irregularidades das calçadas e falar sobre a importância da implantação do aplicativo no transporte coletivo.

    O Bus Alert irá beneficiar, principalmente, pessoas cegas ou com dificuldade de locomoção, mas será útil para toda a população. O aplicativo permite que os usuários consultem a distância em que o ônibus se encontra do ponto em que ele está, ao informar o número da linha que deseja pegar. O sistema foi testado pelo presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Comde), Paulo Sérgio Suldoski, no Terminal Sul.

    Ele já tinha feito o download no celular e digitou o número da linha Norte/Sul. Como é cego, o aplicativo informou, por áudio, quanto tempo faltava para o ônibus parar no ponto dele. A grande novidade é que quando o ônibus parou na plataforma em que estava, o motorista chamou Paulo pelo nome. Isso ocorreu porque o Bus Alert também contempla um aparelho no veículo, que informa quando há um usuário com deficiência esperando.

    — Esta ferramenta irá humanizar o transporte coletivo e será uma revolução para as pessoas cegas ou cadeirantes que dependem dos ônibus — destaca Paulo.

    Para o especialista em acessibilidade e assessor do Comde, Mario Cezar da Silveira, a ferramenta é de fundamental importância para os usuários. Além disso, destaca a importância de se rever a falta de acessibilidade das calçadas, pois 23% da população de Joinville têm algum tipo de perda funcional. O objetivo do Comde é de que o aplicativo seja implantado no transporte coletivo de Joinville na licitação ou na prorrogação do contrato do serviço.

    Seis vereadores e representantes de instituições públicas da cidade também fizeram o trajeto que pessoas cegas costumam fazer ao sair do Terminal Sul até chegar à sede da Associação Joinvilense para Integração do Deficiente Visual (Ajidev). Eles participaram da caminhada usando ou empurrando uma cadeira de rodas, com muletas, de olhos vendados e guiados por cegos e com pesos nas pernas para simular a perda muscular dos idosos.
    Cadeirante tomba no percurso

    Durante a caminhada na rua Santa Catarina, uma cadeirante se desequilibrou e caiu ao descer a rampa de uma calçada. Por causa da inclinação, bastante acentuada, Clarice do Carmo Freitas, 37 anos, tombou em cima de uma boca de lobo. Apesar do susto, não se machucou.

    — Se a gente não pedir ajuda, não tem como descer das calçadas. A minha coluna já está prejudicada por causa da falta de acessibilidade das calçadas e ruas de Joinville — reclama.

    Clarice contou com a ajuda de amigos para se levantar e continuar o percurso. Ela ficou paraplégica há 14 anos, em um acidente de trabalho. Hoje, Clarice tem uma rotina com várias atividades. Superou a depressão por meio do esporte e agora é bailarina, cursa faculdade de dança e é professora.


FONTE: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2014/05/em-caminhada-para-testar-acessibilidade-em-joinville-cadeirante-cai-ao-descer-calcada-4511743.html

DIEGO ALVES RODRIGUES

16/03/2015

Decreto lei 5296 de 2 de dezembro de 2004

Decreto lei 5296 de 2 de dezembro de 2004




Regulamenta as Leis n°s 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade.
Apesar de já existir até decreto regulamentado a lei que regularizou o direito dos portadores de necessidades especiais, através da acessibilidade a terem acesso aos locais físicos, públicos e privados, na prática está longe da lai alcançar seu objetivo.
Pouco foi feito da Leis n°s 10.048, de 8 de novembro de 2000, não sendo o suficiente, os portadores de necessidades especiais tem pressa.
No contesto geral a nível local, nacional e até mesmo internacional, a visão de acessibilidade vem abrangendo um contesto de visualidade da necessidade muito abrangente, em alguns países desenvolvidos já existe até veículos automotores de transporte para pessoas portadoras de necessidades especiais, que são dirigidos pelos próprios portadores.
Facilitando a locomoção na rapidez, mais conforto, segurança e dispensando terceiros que venham a ter de ajudar a locomover os transportes manual.
Não podemos deixar de frisar aqui que a legislação que dá direito aos portadores de necessidades especiais menos favorecidos financeiramente ao atendimento governamental, que garante o acesso a meios de transportes para sua locomoção, esses portadores de necessidades especiais como cadeirantes, aqueles que usam muletas, casos esses que são mais comum em nosso dia a dia, não desprezando em nosso trabalho os demais portadores de necessidades especiais, que se citarmos seriam inúmeros, todos como os mesmos direitos e necessidades diferentes.
No entanto, muitas vezes esses direitos, inclusão social, não são alcançados, aquele que na linguagem jurídica quer dizer: (ganha mais não leva), essa inclusão social que por lei aprovada em vigor que os portadores de necessidades especiais teriam direito muitas vezes não acontece em nosso país, alguns até consegue por vias judiciais, enfrentando anos de espera, pois é do conhecimento de todos a demanda por busca direito adquirido e não alcançado pelas esferas administrativas, tendo de enfrentar mora judicial, que após anos de espera ainda assim é indeferido.
Esse é o ponto inaceitável, pois é difícil sentir o que um portador de necessidade especial sente ao ver seu mundo inadequado para sua sobrevivência.
Com base nesse trabalho podemos concluir que não devemos ignorar o que já foi conquistado pela categoria de portadores de necessidades especial em duas décadas, no entanto o que fizemos parece ser insignificante perto do que deveria ser, considerando a situação, pois os portadores de necessidades especial de um modo em geral, estão cada vez mais independente e querem como de fato devem e é seus direitos fazer parte e viver em uma sociedade usufruindo de todos os benefícios que os demais usufruem.
Então podemos dizer que o governo federal, as empresas privadas, públicas, grandes corporações e principalmente hierárquicos locais, como, por exemplo, prefeitura, ao refazer o plano diretor de viabilidade da cidade de um modo geral, devem notadamente direcionar à atenção para os portadores de necessidades especiais.

Antonio Carlos Estevão Bezerra